ELUCUBRAÇÕES

Uma amiga escreveu para mim, no meu aniversário, que a felicidade vem em pedacinhos. E, quando a gente vai ver, de pedacinho em pedacinho, arranjou um montão de momentos felizes pela vida afora.

Muitas vezes, as coisas ruins vem também em pedacinhos, ou em pedações, dependendo de quão ruim elas possam ser.

Semana passada eu fiquei mal, com o que chamam de virose: vômitos, diarréia, dor de cabeça.

Fiquei desidratada pra valer, e olha que eu ando sempre com uma garrafinha de água por perto, hein?!

Esse foi só um pedacinho triste e chato. E não foi o único.

Muitos dos sofrimentos que experimentamos na vidas poderiam ser evitados, se praticássemos o desapego. Estou custando a aprender isso, mas um dia eu chego lá.  Tive problemas com Puro-Osso novamente, e mais uma vez ele foi embora, me deixando chorando. Ah!! Se eu fosse mais esperta, teria chorado por ele somente até o carnaval de 2007, mas, boba que sou, prolongo dores desnecessárias aceitando, e muitas vezes buscando reatar uma relação que só dará certo no dia de são nunca, ou quando eu me conformar com mediocridades.

Quando estou longe dele, depois que já me esqueci da última briga, fico batendo cabeça, pensando se agi corretamente. Um cara legal, que tem família, que não é mulherengo nem violento. Que diz me amar. Onde está o problema, o erro? Com muita calma e paciência, revejo muitas das minhas atitudes, tento me corrigir. Mas não sou e jamais poderei ser a única responsável pelo sucesso de uma relação…

Deus me faça forte.

Aos trinta e cinco anos de idade, não me convenço a levar adiante essa novela por causa de tesão. Perna bamba não ajuda a educar os filhos. Coração disparado e boca seca não nos amparam nos momentos mais difíceis da vida. Sim, ta doendo, mas passa.

Desapego não é só mais uma palavra, vai muito além.

É a inteligência de deixar passar o que tem de passar, ou seja, tudo. Pois com excessão da nossa essência, da nossa alma imortal, tudo passa. Até mesmo o corpitcho vai passar, vai virar adubo.

Lei é lei, e não quero mais andar na contra-mão.

MY MOTHER TOLD ME THERE’LL BE DAYS LIKE THIS

Eu amo meu trabalho no hospital.

E saio de casa arrumadinha, naquela hora pornográfica, o sol deslumbrante nascendo, ai, não liga não, amanhã vai fazer sol novamente e você vai à praia com as crianças… Terças no Plantão geral sõ complicadas. Por excesso de médicos. Sim, são quatro abençoados que levam à sério a profissão, num mesmo dia, num local não muito grande com apenas dois consultórios. Enche de gente. De todo o tipo de gente.

Tem aqueles funcionários que amam e confiam em determinado clínico, e querem que ele dê opinião sobre a doença da mãe, da irmã, do cunhado da vizinha… Esses entram direto com a comitiva e bagunçam minha fila e minha vida.

Tem clínico que na falta de consultório conversa com os doentes lá na minha recepção.

Tem aquela que quer dar um atendimento nota 1000 e empaca por quarenta, cinquenta minutos com apenas uma consulta, telefonando para diversos especialistas do meu telefone, e eu tenho que conversar com os que chegam escutando uma ao telefone, e  outra dando consulta. E falar, e sorrir, e penasar, e pedir, impolrar por silêncio.

” Por favor, pessoal, vamos cooperar fazendo silêncio!!”

“Gente, evitem conversar aqui dantro. Fiquem lá fora, se necessário, eu chamo.”

Com tantos pedidos de exames e de especialistas, as pessoas eram atendidas e por lá ficavam, ainda aguardando. E cada minuto voltava mais um: ” por favor, o Urologista tá demorando, você pode telefonar…”

“Senhora, os urologistas estão em centro cirúrgico, vou t6elefonar, mas terça ele demoram mesmo… “

E a galera do absurdo? “Isso é um absurdo!! A emergência…”

Uma pausa para explicar que eu trabalho numa ex- emergência. Ex, porque foi desativada à anos, mas como estamos em frente a uma favela enorme e o hospital (referência nacional) trata muitas doenças graves/raras. Tornou-se o plantão do hospital, onde os doentes em tratamento dão entrada para que seus especialistas sejam contratados. Mas aparece de tudo. Dor de cabeça, bicho de pé, insuficiência renal ou respiratória, e outras coisas que não convém falar.

Ontem, além do barulho e do calor (ar-condicionado quebrado), um cheiro fétido tomava conta do local. Cheiro de doença, de morte.

Sou médium… Absorvo essas energias facilmente,e,  se não estiver “ótima” acabo me deixando levar pelo clima do local. Rezo e dou amor à minha tarefa, de modo que me protejo. banho de sal grosso, alegria, perdão das ofensas. Aprendo a ser gente ali, faço amizades, seguro mão, choro junto.

Uma senhora, querendo furar fila, ficou me ofendendo, ameaçou representar contra mim na justiça (!!), me chamou de funcionária pública”, essas coisas. E, pela primeira vez, aguentei calada, pensando que ela não está sabendo lidar com as emoções da doença dela, e que não poderia ser nada pessoal, ela nem me conhece.

Indo embora para casa, já havia perdoado a pessoa.

Mas a emoção estava lá, ainda está. O incômodo.” A lição”:

“CONHECE-TE A TI MESMO.”

O arrogante  sempre cai no ridículo, ao se ver melhor que o outro.

Quem se (re)conhece como filho de Deus, e também ao seu próximo, Não se deixa levar por ofensas… É tudo um grande mal- entendido.

De Rock e Açúcar

Olá, meu nome é Chris e eu sou meio maluca. Chorei sobre as banhas adiquiridas no domingo, e na segunda, mór sol, eu de folga, resolvi preparar um “caffee trinken” para minha mãe e outros familiares, por ocasião do aniversário da coroa.

Um caffee trinken é um chá das cinco de alemão. Eu tenho ascendência alemã por parte de mãe.

Saiu cupcake de chocolate com recheio e cobertura de ganache…

E brigadeiro com choco-balls, e barrinhas de limão e lavanda, quiche lorraine, quibe e esfiha… teve também bombom de uva. Nossa senhora!!

Preparei em seis horas. Não estou conseguindo colocar as fotos de jeito nenhum.  Sacanagem…

Mas minha mãe merece.

Já falei que ela é f**?

Sim, ela é. E, de tudo o que ela me ensinou e ensina, acho que o que eu mais agradeço é pelo rock’n roll. Foi ela quem me apresentou os Beatles, o Jetro Tull, os Stones. Para ser mais moderna, ela é fã do Mettalica, tem a coleção toda, imaginem só!! Fui com ela a todos os grandes shows da década de 90 aqui no Rio. Enfim. F**

Meus pintinhos, venham cá!!!

Manhã de sexta-feira.  Elaboro mentalmente uma lista de quitutes para alegrar  os jovens estômagos das minhas filhas no domingo. Toca o telefone: ” mamãe! Cheguei, tô na casa da bisa em madureira. Vem me buscar hoje?”

Como dizer não para aquela vozinha que, nas entrelinhas, deu a entender que a casa da bisa não é tão legal depois de passar quarenta e cinco dias longe da mãe, dos brinquedos, da bicicleta?

 E lá fui eu, mór calorão, atravessar a cidade, de cabelo arrepiado, vestido caseiro e havaianas no pé.

Como eu previ em dezembro, dentes cairam, dentes nasceram. Rafaela até parece ter engordado, enquanto Rebeca cortou uma mecha do próprio cabelo. Roupas novas, sapatos novos. Por alguns segundos as fitei como ilustres desconhecidas. Depois, conforme a conversa foi progredindo, re-encontrei os meus bebezinhos de sempre.

À noite, uma lua cheia mais que linda sorria no céu, observando Rebequinha contar as novidades da Bahia para as bonecas, e Rafaela matava saudades da Hannah Montana na televisão. Puro-Osso, coitado, não teve chance. Nem convite para passeio de moto sob o luar me tirou de perto da prole. E ele voltou para casa sozinho…

Em menos de duas horas a minha casa era um lar de crianças denovo: chinelinhos espalhados, barbie em cima da mesa, luzes acesas em todos os cômodos… Ai, eu nem briguei pelas luzes e brinquedos, deixei rolar, tava com tanta saudade dessa zona, de tudo.  Dormi feliz agarrada em Rebeca.

Meu coração está em paz.

Foi ela, foi ela!!

Ontem fui fazer plantão praticamente sem dormir. Sim, tava com sono, mas em cima do salto, de vestidinho lindo, pernocas de fora (inaugurei esse ano a sem-vergonhice de ir pro hospital de vestidinho de verão, de short por baixo).

Observando a máxima do “relaxa e goza”, resolvi trabalhar com amor para que o tempo passasse rápido. Faz muito tempo que eu não era tão solícita e bacana com meus doentinhos. e fui operando milagres, desarmando as mais brabas das donas de casa, sempre com um sorriso maternal no rosto e vestida de paciência.

Volta pra casa: engarrafamento daqueles na ponte, e nada do sono aparecer. mesmo assim, sorrio. me sinto vitoriosa em tudo, apesar de tudo. Corajosa e confiante.

Do ponto do ônibus à minha casa, um quilômetro de caminhada. Eu, a lua cheia, e uma brisa deliciosa. Vou pensando como a vida é linda e perfeita,  na paz que sinto e transmito.E os problemas são questão de tempo para ser resolvidos. E que graça a vida teria sem problemas??

Foi quando me lembrei: a menstruação!! Sempre ela!! Transformando em sangue toda a mágoa, irritação e inadequação. O mundo volta a ser colorido até a próxima mudança hormonal…

Maluca… Pela vida!!

Esse monte de chuva que vem caindo está fazendo florescer novas esperanças em mim. Palavra de honra! Muito estudo, muito jogo de cintura para selecionar informações relevantes, programas de Tv relevantes, alimentação relevante…

Acho incrível a dupla respiração- alimentação. Longe da carne de boi fico mais alerta, mais leve. Os vegetais orgânicos funcionam como mágica, trazendo vitalidade e bons pensamentos. As crianças chegando… Levo à sério a faxina, um bom defumador, uma prece sincera.

Depois de tantas brigas e discussões, eu e Puro-Osso estamos exercitando o ser carinhosos, já que é inevitável, não conseguimos estar separados, que estejamos juntos, em paz e com muitos beijinhos!!

Não, nada mudou. Ou mudou?

Quando alguém nos pergunta “quem é você?” Muitas vezes a gente responde o nome, o sobrenome (família) o cargo ou a profissão… São as coisas que nos dão segurança, né?! Hoje eu sou a Chris. Nem preciso ser Christine. Sou um ser único, parte do universo e partente das plantas, dos animais e dos outros humanos. Também devo ser parente dos extra-terrestres, mas estes eu não conheço.

Respiro.  Profundamente e com calma.  E vou tentando ver com outro olhar as mesmas coisas de sempre. Quer tentar também?

Milagres, insights, essas coisas…

Janeiro mais estranho esse.

Enquanto arrasto os chinelos pela casa com cara de coo, desligo os celulares, não respondo recados, não converso e vou tocando em frente a vida anti-social, saudosa das crianças e cheia das esquisitisses. Mas vou tocando em frente, e isso é o que mais importa. Na era da informação, o maior luxo é poder dar as costas à tudo isso e se informar somente do mundo interno, perscrutando esse ilustre desconhecido que é o próprio coração.

Sigo para mais um sábado de curso. Um sábado de sol. No metrô, quase todos estão trajados para a praia, mas eu não. Meio-dia: a hora mais feliz!! Numa conversinha carinhosa com Puro-Osso, acaba a bateria do meu telefone. OK, a vida, a vida. No fim do dia, um milagre daqueles: do nada a musiquinha que toca quando meu celular é ligado. gente! EU NEM ESTAVA ENCOSTANDO NA BOLSA, E O CELULAR LIGOU, SOZINHO!!! Toca mais uma musiquinha, agora, de mensagem: as meninas chegam no domingo, dia 31/01. E a bateria acaba denovo. Se isso não é milagre, então eu não sei mais o que é!! e sigo feliz para o meu lar, pensando no bolo que farei para a prole domingo que vem.

Sozinha em casa no final da tarde de um sábado quente de janeiro. Os ossos do meu amado num churrasco, longe da minha casa. Ai! Não queria ficar sozinha… Mas, pensando bem, para que perturbar o cara que está com os amigos do outro lado da cidade. A presença dele bêbado não vai aplacar a minha solidão, vai apenas aumentá-la. E, pensando bem, ser a soberana do controle remoto não é má ideia…

Foi quando aconteceu o insight. O limite entre o outro e eu. Primeiro, me preservei, depois pensei. E registro no blog o momento mágico pelo qual eu esperava depois de quase quatro anos de análise. Digo mágico porque até anteontem eu percebia que falatava um elo na corrente do entendimento. O limite entre eu e o outro.  Foi a hora que eu me amei, conscientemente.

Durante a noite, sonho com Rebequinha. Penteio os cabelos da minha caçula a noite interia, até o despertador me lembrar que tenho plantão neste glorioso domingo.  E saio de casa antes do sol, que me presenteia pintando de rosa o céu da Baía de Guanabara.

saudade dói…

“ Era uma vez, vejam vocês, um passarinho feio
Que não sabia o que era, nem de onde veio
Então vivia, vivia a sonhar em ser o que não era
Voando, voando com as asas, asas da quimera

Sonhava ser uma gaivota porque ela é linda e todo mundo nota
E naquela de pretensão queria ser um gavião
E quando estava feliz, feliz, ser a misteriosa perdiz
E vejam, então, que vergonha quando quis ser a sagrada cegonha”

(Lenda do Pegaso, Moraes Moreira)

Quem não conhece essa música, pode tratar de procurar no youtube ou afim. Não coloquei aqui o som ou o vídeo por estar escrevendo do hospital.

Mas… Quem nunca se sentiu como o passarinho feio? A mulherpolvo, muitas vezes, ao ver comportamentos tão diferentes dos dela  entre os amigos mais próximos, se pergunta se não está voando no céu errado.  Depois tudo passa, e percebo que sempre teremos algo em comum com o próximo, mas nunca teremos TUDO em comum.  

E janeiro vai se desenrolado… Saudade das filhas que chega a doer, e, a medida que a saudade aumenta, minha disposição para pegar no telefone e escutar aquelas vozes que mando calar o ano inteiro diminui. Me consolo fazendo uma contagem regressiva muito da safada, afinal, não tive ainda a coragem necessária de perguntar ao pai quando ele vai me devolver as jóias. Será que dia 31 de janeiro?? Só Deus sabe!!

Quem tá fazendo falta também é o carro. Nada de ficar pronto, e eu à pé… Sobre isso, tenho a dizer o seguinte: tenham cuidado com o que falam. Palavras materializam situações. Durante o mês de novembro eu e minha mãe pensávamos na conveniência de vender o carro e janeiro. tanto falei de passar janeiro à pé, que cá estou agora.

Não é estranho, depois de tantos mimimis, que eu tenha ficado doente. Sinusite, das brabas, mais uma gripe daquelas. Febre, dor, nada de praia, de sol ou de passeios de bicicleta. Tá passando, vai passar! E meu amado namorado cuida de mim. E me faz companhia, na medida certa. A solidão que experimento sem minhas filhas é estranha. Mesmo com telefone fixo e duas linhas de celular, não sinto vontade de ligar para ninguém. Nenhum programa me parece mais atraente que a TV na cama. Com namorado, sem namorado. O tempo vai passando e em breve as pestinhas estarão comigo novamente, e a vida voltará ao normal.

Vou contar para vocês o que acontece com o passarinho feio do início do post:

“Aí então Deus chegou e disse: Pegue as mágoas
Pegue as mágoas e apague-as, tenha o orgulho das águias
Deus disse ainda: é tudo azul, e o passarinho feio
Virou o cavalo voador, esse tal de Pégaso”

Não importa em que céu estamos voando… Desde que tenhamos a certeza de sermos únicos…

E viva a diversidade!!!

PS: escolhi a música do passarinho feio por ter cantado á exaustão para as minhas filhas, desde o tempo em que moraram na minha barriga até ficarem pesadas demais para serem ninadas. O resultado: elas sabem cantar a música todinha, de cabeça!!

ASSIM FAZ MAIS SENTIDO: EU E VOCÊ, JUNTINHOS!

Depois de um dia exaustivo, quente, com seus problemas e bençãos, chega a hora de preparar um jantarzinho caprichado, tomar um banho caprichado, e esperar por Ele. 

A gente come, e chega a tão sonhada hora do ócio absoluto em frente a Tv, com dois ventiladores em cima, a porta bem trancada.  Ervas finas e conversas amenas. O barulhinho da chuva que começa a cair e refrescar, o cheiro da terra molhada. O programa escolhido suga a nossa atenção, até que… Minha bunda esbarra na pele dele, sem querer.  E prosseguimos assistindo, minha cabeça sobre o peito dele, o coração batendo e meu ouvido ali, coladinho, tomando conhecimento de sua humanidade.

Pensando bem, esse documentário nem era tão interessante assim. E o cafuné vai tomando uma conotação mais erótica, a conversa vira um amontoado de sussuros sem sentido, e em poucos instantes os sussurros viram gritos abafados.

Meu amor, minha casa, meu dono.

Tá de TPM, tá??

A sensação é a de “festa no outro apartamento”. E a solidão, que outrora já foi camarada, torna-se uma inimiga cruel e sanguinária. Tá, tá bem, nem tanto. Porque além desta encontra-se alguém muito especial, tão desprezado e tão invisível como estou me sentindo agora. Filhos? Namorado? Amigos?

Preciso de espaço para ver melhor, através da solidão o resgate de velhos (digo, muito velhos) pensamentos de auto-piedade, de inadequação e de carência. Durante aquele banho cheiroso que é um último suspiro de amor-próprio antes de desabar, percebo como e quando eu mesma me provoco a sentir assim. Sinto ímpetos de chorar copiosamente, glamourosa de camisola linda, na cama desarrumada como uma velha diva de Hollywood, mas sem álcool e comprimidos por perto.

Zombo de minhas próprias fraquezas por um segundo, imaginando que já sei e entendi a lição, que de agora em diante tudo será diferente em relação aos meus pensamentos e atitudes.

Caio do cavalo ao me lembrar de tantos outros que já percebo, mas não eliminei ainda. Quantos anos, ó Senhor!! Para ficar esperta, sagaz, consciente??

Corro para o teclado, registro rapidamente este turbilhão, desistindo de chorar, adquirindo força e coragem para lutar.  Uma pena eu ser esta péssima digitadora, os pensamentos correm céleres e as mãos não dão conta de registrar.

Em meu favor, posso dizer que estou começando mais uma dieta, desde a semana passada. Tenho procurado consumir alimentos que me ajudem a desintoxicar o corpo, e por conseguinte, a mente. Isso faz bastante diferença…

Outra coisa é a TPM, a maldita está chegando, e eu não sei onde enfiei o óleo essencial de ylang-ylang, que me ajuda tanto nessas horas.

Obrigada por me ouvir:)

Boa noite! e não se esqueçam: TPM É UMA MERDA!!!!!!!!!!