Um selo e muito amor!!!

Foi um bom final de semana.
Creio já ter falado sobre o não-resistir, aceitando o que a vida nos traz. Mesmo que pareça chato ou injusto. Antes, eu ficava logo nervosa ou chateada por tudo o que me acontecia. E fui percebendo que vivia chateada por coisas que eu não tinha o poder para modificar, sempre contrariada. E fui serenando, aceitando, adquirindo jogo de cintura.
Com Puro-Osso era assim também: queria que ele fosse o homem que eu sempre sonhei, e esquecia de curtir as qualidades que ele me apresenta, qualidades essas que jamais ousei sonhar em um homem. E lutava e brigava. Hoje, prefiro aceitar os vacilos com mais paciência.
Foi gostoso ver ele tentando se desculpar do vacilo de quinta-feira. Foi lindo brigar “não-brigando”, trocando as acusações e lágrimas pela certeza de que queremos estar juntos, resolvendo as confusões de maneira mais sábia, sem separações de minutos, horas, dias ou meses. Se antes eu lutei para esquecer, agora eu quero mais é lutar para ficar junto. e sabem do melhor? Ele também!!
E foi mais que gostoso estar com ele numa festa bacanérrima, ao lado dos meus mais preciosos amigos, dançando e bebendo e curtindo. E eu olhava para ele dançando charmoso com as amigas… Ai! que delícia!! Esse homem é meu!!
Uma festa na praia, Uma lua crescente enorme, desce alaranjada sobre o mar, cjeio dos reflexos prateados. Foi espetacular.
Beijos, abraços e juras de amor eterno.
Beijos e mais beijos.
Se não tivesse frio, teria mergulhado no mar, teria rolado na areia.
Porque tem horas que não dá para falar “eu te amo”… Eu sinto mais urgência, mais amor e mais tesão que qualquer palavra possa expressar.
Estou profundamente apaixonada.

E ganhei um selinho!! Da Dani, do Ponto Rouge!!

E vou indicar as minhas queridíssimas:

– Lu Cordeiro

– Accácia

– La Picta

– Celamar

-Bebeth

SANTA RITA DE CASSIA

Minha querida Santa Rita:

A senhora sabe que não sou lá muito católica (na verdade, sou espírita). Que não faço novenas e nem acendo velas. Mas eu te amo, sabe?!
Eu vivo com um homem menos difícil que o que a senhora tinha, e minhas filhas, ao contrário de seus filhos, são muito amorosas.
Talvez não seja justo endereçar-lhe esta causa, mas… Bem, para mim é justo!!
Agradeço por ter posto juízo na cabeça de Puro-Osso ontem, fazendo com que ele se colocasse eu meu lugar e me pedisse desculpas… É bom quando a gente vê alguém se esforçar para resolver um problema, não é mesmo??
Eu não pretendo ser obediente como a senhora era, mas mesmo assim, receba meu carinho.

amém

ai, como dói.

Tava demorando. Se há duas semanas atrás eu não conseguia me imaginar brigando com P.O., se não conseguia me lembrar do que exatamente me fazia morrer de raiva dele, minha amnésia teve cura.
O egoísmo, aquele que só um homem consegue praticar.
E o pior é, diante da certeza de que não quero nem pensar em briga e separação, pedir desculpas na hora que eu quero mais é rasgar o verbo, despejando toda a frustração que me vai na alma.
Porque será, ó mel dels, que os namoros e casamentos não são feitos apenas de momentoa felizes??
E se eu fosse lésbica, será que teria de conviver com tanto esgoísmo de uma eventual “esposa”??
E como fazer para acabar com a cara amarrada, voltar aos beijos, carinhos e risinhos? Gente, são quatro anos!! Amo esse magrinho, sei que sou amada. Mas não dá para conviver “na defensiva”. Conversar?
Conversas rapidamente viram troca de acusações.
E o desafio da década é o de não me aborrecer, não me conformar, não brigar.
A vida é feita de “nãos” também. Eu aprendi isso quando era criança. E quem ensina isso aos homens??
E a vontade de mandar um torpedo com palavras de amor… Em seguida um com palavras duras. E a vontade de desligar o celular só para ele me ligar e não conseguir falar comigo?? Não, não adianta, ele não vai ligar. O melhor é se concetrar no trabalho e esquecer esse assunto por algumas horas. Mas como?
Ligar eu não vou, mas o torpedo com palavras carinhosas, talvez ajude. Dizem os neurolinguistas que devemos sempre focar no positivo. Eu amo, não quero saber de briga e nem de cara feia.
Se dependesse de mim e de meu temperamento passional, sairia daqui correndo e iria atrás dele, com o coração na mão. E dava um beijão daqueles, digno de cinema. Para ser mais cinematográfica ainda, pularia de para quedas dentro da loja dele. Que tal?!

ESSAS VOCÊS NÃO SABIAM…

Quem me mandou essa brincadeira foi a Accácia. Eu preciso dizer de mim seis coisas que vocês não sabem. Então, vanmos lá!!!

1-Sou leitora ávida de blogs e sites de conspiração, ufologia e etc. Muitas vezes dou risada, mas não descarto nunca as informações que recebo. Por esta razão, não deixei minhas filhas e minha mãe tomarem a vacina de gripe suína.( não sabem porque? Informem-se!!!) Eu mesma tiveque tomar, pois como funcionária do SUS, sou OBRIGADA!

2-Tenho uma vontade insana de ter um terceiro filho, já que logo depois do nascimento da Rebeca (minha caçula) tive um aborto espontâneo. Mesmo assim não tiro meu DIU de jeito nenhum.

3-Basicamente só escuto rock dos anos 60/70/80, sou uma dinossaura assumida e acho que, depois do Nirvana, nada de bom foi feito. Ah! escuto MPB também.

4-Fiz duas faculdades que não terminei: artes plásticas e história (a mania de conspiração vem daí) ambas na UFRJ. parei de estudar para me casar com o pai das minhas filhas (que idiotice, né?!) Também estudei alemão por três anos.

5-Sou amiga das mesmas amigas desde os quize anos, e de todas que surgiram depois desta data. Cultivo minhas amizades com carinho e dou sorte: não sou traída por elas.

6-Embora seja uma cozinheira das boas, AMO miojo com sardinha em lata, cebola e salsa.

É isso aí.

Quem quiser fazer a brincadeira tamb´pem, sinta-se à vontade. Não vou especificar exatamente quem, pois tem gente que não gosta… Mas eu adoraria saber um pouco mais de todos os que me frequentam.

E, apesar de ter dito aquele negócio sobre músicas antigas, tem uma que toca toda vez que estou na hidroginástica que eu adoro, da Mallu magalhães. escutem aí e pensem em mim, num dia de sol bem lindo, pulando nas águas limpíssimas do clube. Beijocas!!!

O FIM DA PREGUIÇA

 De todos os pecados capitais, a preguiça é o pior, na minha opinião. Paralisa e cansa. e essas minhas férias foram uma ode á preguiça. Dormi até o corpo doer, a cabeça esvaziar, a cama afundar. Nos últimos dias torci para acabar logo essa moleza, para ficar mais ativa. Comi tanto que não queria sair de tarde para pedalar ou caminhar, apesar das tardes lindas.

Ué, mas você não tava de regime, Mulherpolvo?? Sim, eu tava. E enquanto a neurosa das calorias se instalava em mim, eu me perguntava o porque de querer TANTO ficar magrinha, com  os 58 quilos do início da década. E pensava que era insegurança, ideia errada sobre o que é realmente, a beleza. Aproveitava para pensar que quem gosta muito de “embalagens” lindas, esquece dos seus conteúdos. E a cada pensamento desses, um misto quente, uma caixa de suco “laranja caseira” (aquele da caixinha xadrez, uma delícia!!), carne de boi, pão francês, pão de forma, pão de queijo. Voltei animada á dieta do vale tudo (não conhece? É aquela que vale tudo, até brigadeiro!).

Agora chega.

De preguiça e de comilança.

Gente, cozinhei para o programa “casa bonita” do Multishow. Foi legal, mas vamos combinar: os dois últimos dias de férias poderiam ter sido usados para outras finalidades, não é mesmo?

E o amor? Ah! O amor…

Estou vivendo momentos de lua-de-mel!! Incrível como eu e P.O. conseguimos nos renovar, deixar apara trás tantas coisas ruins e simplesmente recomeçar. E é verdade que a cada volta, trazemos conosco mais respeito, mais carinho e mais gratidão. Sim, eu me sinto grata pela paciência dele comigo. 

Engraçado como uma brincadeira boba fez essa transformação na minha vida. vou explicar:

Eu tava saindo com P.O. de vez em quando. E ele estava fazendo questão de ser meio grosso comigo para demonstrar que NÃO estava namorando. E eu, que gosto muito de ler sobre conspirações e o iminente fim do mundo em 2012, fui atrás dele, beijei, disse “eu te amo”. Expliquei que não queria morrer com essa frase entalada na garganta. Que não estava interessada em saber se é namoro ou amizade, mas que, naquele momento, minha felicidade era estar ao lado dele.

Deu certo. Estamos vivendo juntos novamente desde então. E sem economizar nas palavras bonitas, nos olhares apaixonados, nos beijinhos e cafunés.

E QUEM DISSE QUE SERIA FÁCIL???

Pois então: no último capítulo eu estava para receber uma porção de garotinhas aqui na minha casa, por ocasião do aniversário da Rebeca.

Fui lá na aula de teatro das bençãos apanhá-las.

Eram seis no meu carro. E gritavam!! E cantavam!! E eu ainda ria.

Aoentrar aqui na minha casa, que eu havia faxinado até os calinhos da mão gritarem, mandei três pro chuveiro e fui esquentar o cachorro quente.

Não precisou de um minuto. as menininhas que não foram pro chuveiro encotraram rapidinho o meu violão e o pandeiro da Rebeca. Mór som. E eu ainda ria.

Dei lanche, dei atenção e dei instruções: o violão da tia, nem pensar, ok?!

P.O. chegou do trabalho e se enfiou no quarto. Minha mãe? Arranjou uma reunião espírita…

Estava divertido, não posso negar. Mais duas menininhas chegaram.

E na hora de dormir, eu arrumei uma espécie de tatame para todas dormirem no quarto das meninas. E o quarto cheirava a chulé.  Deitei com elas, para que se acalmassem e dormissem, mas o tiro saiu pela culatra. Minha presença as agitou sobremaneira, e recebi um ataque ninja de quatro meninas, com direito a lençolenrolado na cabeça e muita cosquinha, enquanto a Rafaela, minha filha maior, gritava: “parem, vocês vão matar a minha mãe!!!”

Me soltei e fui pro meu quarto. Eram meia noite e meia, já havia saido uma briga e uma mãe já havia vindo buscar a filha chorona. Caí no sono e só voltei ao mundo as sete e meia da manhã.

Maior bagunça no quarto das crianças. Ué, não dormiram??? Tia, a gente viu o sol nascer!!

Minha mãe pegou duas no quarto dela às três.

Parece que não dormiram mesmo, então vamos continuar…

Muito nescau, pão com queijo e garotada correndo, derramando nescau no chão que eu havia esfregado com sabão em pó e água sanitária. Voltam duas meninas que tinham dormido em casa.

Minharesidência é muito grande, com quintal em volta. Dava para estar meio longe da algazarra delas. Fui pro quintal preparar um churrasco.

Mas mulheres e churrasqueiras em geral não se entendem.

Levei uma hora, um vidro de álcool e duas caixas de fósforo para acender a dita-cuja. Fod*

As crianças vestiram biquinis e foram tomar banho de mangueira ali, pertinho de mim. Com todos os seus gritinhos. E eu, atrasada com o almoço.

Tia, to com fome!!

Parecia que eu tava andando pela Cinelândia: um monte de crianças sujinhas pedindo comida. Fiquei nervosa.

Minha adorável cumadre veio em meu auxílio e fomos servindo os pratos (descartáveis, que eu não sou besta). Foi só falar para não perder nem quebrar os copos de acrilico que uma abençoadinha fez questão de pisar em cima de um. omou um esporro digno de filme de terror, afinal, eu estava nervosa com aquele monte de gritinhos e com minha mangueira vertendo água há mais de uma hora.  Pedi para brincarem lá na frente…

P.O. chegou do trabalho com quatro caixas de cerveja, na mesma hora que mães pareceram para buscar seus rebentos.

Comecei a beber e voltei a sorrir, cansada como o que, mas feliz, satisfeita.

Não, não tive paz nesse dia ainda…

De alguma maneira, ainda tinha algumas garotinhas pela casa, brinquedos por todo lado e coisa e tal.

Mas valeu, ah, valeu!

Achei emgraçado que todas as mães, quando apareceram para buscar suas filhas, pediram desculpas por qualquer coisa. Menos a da garotinha insuportável, que quebrou o copo de acrílico, que batou na colegftuinha na véspera e não dormiu hora nenhuma.

FELICIDADE É…

Há quem goste de ócio. Eu até que gosto, não vou mentir, mas a culpa, essa tia infeliz, martela a cabeça e não dá sossego.

Tenho andado muito, mas muito ociosa ultimamente. E a culpa andou martelando. Só que desta vez eu dei um “chega pra lá” nela, curtindo meu “nadismo” e me preparando para acabar com essa moleza. É que a mulher descolada do terceiro milênio sabe muito bem queágua parada apodrece, e que o corpo é feito de 70%de água.

Ontem, ainda pelas comemorações do aniversário da Rebeca (filha caçula, 5/05) eu, PO, minha mãe, as minhas crianças e as crianças de PO (duas mocinhas de 13 anos) fomos ao shopping assistir ao filme da Alice, comprar presentes e tudo o mais. Foi ótimo, lógico. E acordei ainda nesse astral de paz, de tudo em ordem.

E fui pra hidroginástica, uma manhã linda de outono, eu na piscina limpinha, o bosquezinho em volta da piscina… naquela hora eu me percebi uma mulher feliz, mas feliz para cara**o, a beleza que entrava pelos meus olhos e encontrava abrigo no meu coração e ecoava de volta, me energizando.

Energizada que fiquei, foi mole dar aquela faxina na cozinha depois, com direito a limpar dentro do forno e tudo o mais. E enchi minha mãe e as crianças de beijos, carinhos e “eu te amo”.

A gente (pelo menos eu) fala tranta abobrinha o dia inteiro, e acaba economizando nas palavras e frases que devem e merecem ser ditas. Não economizo mais as palavras doces e carinhosas, tornei isso uma lei.

A vida me retribuiu fazendo com que PO viesse aqui na hora do almoço para me convidar pra comer num restaurante que a gente ama, aqui no bairro mesmo. Arroz com polvo… Sim, comi um semelhante meu e voltei correndinho pra labuta doméstica.

É que hoje é a festa de aniversário da Rebequinha. Uma festa de pijamas!!! desta forma, terei ainda hoje umas seis garotinhas na faixa dos 8 anos por aqui, comendo brigadeiro, cachorro quente e brincando com os jogos que a caçulinha ganhou. Também espero muita gritaria, risinhos, essas coisas. Mas estou confiante na minha sobrevivência, por mais incrível que pareça. A tolerância não vai me adandonar, pois eu falei com ela que, quando eu tinha 8 anos, eu adoraria ter  recebido várias amigas para dormir e brincar durante todo o sábado. Minha tolerância topou o desafio.

Fico por aqui. Me desejem sorte e muita paciência. As visitas estarão aqui por 24hs. Creio que só vá conseguir postar novamente lá pra segunda feira… mas eu conto no que deu.