Eu sei que eu sou bonita e gostosa!!!

Durante o meu primeiro ano de relação com Puro-Osso, falei com a analista : “ele não quer ter sexo comigo tanto quanto eu quero e preciso ter com ele”. E ela me explicava que eu precisava canalizar a minha energia sexual para outras coisas. Que eu tenho muita energia, mais que as outras pessoas. Que havia outras maneiras de descarregar as energias, e que eu deveria pensar nessas outras formas. Bem, na época eu comecei a cuidar do jardim da minha casa, depois fui arrumando armários, organizando coisas e vi que realmente funcionava.

Mas porque eu estou falando nisso? Porque eu estou com tanto trabalho, que o meu tesão foi parar justamente dentro das panelas!! Gargalhei sonoramente esta semana quando percebi que toda essa correria de cozinha, no momento, está me bastando. Eu explico: me sinto viva, maravilhosa, talentosa!! Ah tá, eu fico cansada, e muito. Mas sexo também cansa…

Não vejo nada de errado em canalizar todas as energias em prol de um projeto. Por mais que eu tenha pensado ter feito isso outras vezes, é agora que estou  fazendo, de fato, conscientemente.

Qualquer dia desses, um novo amor virá.

Por hora, projetos novos e antigos, pessoas novas, ou mesmo as pessoas de sempre com outra roupagem. É um momento muito especial, percebo um amor muito gostoso por mim mesma. Como antes eu me botava pra baixo, permitia que outros me botassem pra baixo. Neste momento, nada mais tem importância: apenas a volta do meu umbigo. Eu, o meu trabalho, filhas e mãe.

Como de costume, escrevo do hospital. Penúltimo plantão antes de entrar de férias. estou escrevendo este texto há mais de três horas, toda hora aparece um. Mas não são “um qualquer”: hoje em especial, só está me aparecendo gente histérica, que grita comigo, que vem com tudo sem nem saber com quem está falando, ou o que está falando. Ninguém gosta de ter uma pai ou mãe internado em hospital… Mas determinadas atitudes só fazem piorar o que já está ruim. A televisão noticia que está caótica a situaçõ nos hospitais. Os cariocas assistem e chegam a estes locais armados com quatro pedras na mão. E o calor… Este tem o poder de esquentar todos os ânimos, transformando zen-buditas em arruaceiros.  Tomara que chegue logo as dezenove horas.

 

A VIDA VEM EM ONDAS? ENTÃO TOMA TSUNAMI!!!

E quem não sabe que na vida tudo é incerto?

E eu que estava triste, depois desapeguei da tristeza inútil fazendo uma bela duma noitada em plena terça feira pra retomar a rotina de trabalho, filhos e etc, ganhei um presente.

Estou preparando o roçamento para um bruch de casamento, vocês sabem. Num determinado momento, resolvi telefonar para uma amiga que poderia me dar algumas dicas, sobre coisas que eu ainda não sabia, para terminar o bendito orçamento.

Bem, o que aconteceu é que esta amiga me indicou para participar de um evento para cerimonialistas (produtores de festas de casamentos e afins). E não era tudo o que eu precisava? Conhecer as pessoas certas, no lugar certo, é, ainda por cima, conseguir uma vaga para um curso de cerimonialista? Começa em janeiro. E assim, vou continuando a tradição de estar fazendo mais um curso, em mais um janeiro. Incrível ou não?

Eu acho incrível!!

Teve hospital também. e teve Flamengo empatando na televisão enquanto eu reencontrava antigos amigos e alguns desafetos também, no bar onde assisti o jogo. Eu explico essa história de desafeto: a esposa de um grande amigo de infância, que também foi uma paixão. Ela não me suporta. Eu, sinceramente, não me importo nem com ela, nem com ele. O mundo dá voltas, tudo muda, todos mudam. A pessoa que ele é hoje, não tem nada a ver com a do passado. 

Mas mesmo assim ficamos todos juntos, num bar de música ao vivo, depois do jogo. E eu fui pro palco!! E cantei!! ” Mas tente compreender/ morando em São gonçalo vc sabe como é…”

Altíssimo astral.

E o evento, na terça, foi magnífico. Conheci pessoas que com certeza farão parte de minha (outra) vida profissional, enquanto outras, eu nem parecia estar conhecendo. Parecia estar reencontrando!! E teve deguistação de espumantes, comida e música de qualidade.

E apareceu mais um trabalho, mas isso foi na segunda. Um jantar. Sabem quando? Rá!

Na sexta, dia 04/12.  E o primeiro final de semana de dezembro será (espero) uma pequena amostra do que eu pretendo viver durante os finais de semana de 2010:

 jantar na sexta, casamento da Afrodite (buffet e bolo) no sábado, e bolo de noivado no domingo. Logo após a entrega do último bolo, o último jogo do flamengo no campeonato brasileiro e, logo após, o primeiro ensaio técnico da Viradouro na Marques de Sapucaí.

Sobreviverei para narrar essas emoções pra vocês, eu prometo!!!

Eu quero, eu posso, eu faço!!

 

 

 

 

 

A VOLTA POR CIMA, POR UM LADO E POR OUTRO…

Não há segunda-feira que para sempre dure!! E a minha terça amanheceu cheia de esperanças e olho vivo nos projetos.

Um banho delicioso, uma minissaia bem curtinha. Análise, shopping e o compromisso com o samba. Eu e miguxa fizemos como nos tempos de escola: respondemos à chamada e fomos embora, beber umas cervejas, aproveitar a terça como se fosse sábado, uma vez que meus finais de semana estão comprometidos com a cozinha até… Ai! Melhor nem pensar nisso: ao que tudo indica, meus finais de semana estão comprometidos com a cozinha até o naltal. Sim, isso é muito bom!!

Todos aqui sabem do meu apego às quatro rodas do meu celta. Mas naquele dia, eu estava de ônibus. E bebi umas cervejas, de bem com a vida, até entrar num taxi para voltar para casa, umas 23 horas, mais ou menos.

Mulheres, celulares e bebida alcoolica: uma mistura que dá samba, sempre!

E lá estava eu, dentro do taxi, telefonando, desistindo de voltar para casa, resolvendo continuar na rua. Amigas, risadas, sinuca, uma noite deliciosa, nem quente demais, nem tampouco fria. Tudo do jeito que deve ser!!

Como foi que acabou?

Rá!!!

Na cama…. Mas não foi na minha não, viu?!

Estou voltando ao normal. Sinto prazer de ser quem eu sou novamente.

Meu nome é Chris, não é Maria. Mas, como na música do Milton Nascimento, possuo a estranha mania de ter fé na vida!!!!!

U-HÙ!!!!!

Leila, Geisy e eu justificando o dia de ontem.

E logo após o meu post “mimimi” de ontem, algumas lágrimas, um café quentinho do hospital e alguns doentes, ganhei de presento o jornal O Globo, do familiar de um doente que está internado. É comum eu ganhar presentes: balas, bonbons, lanches, perfumes, e  até calcinha(!!!)

Mas, voltemos ao jornal. Segundo caderno, colunista: Joaquim Ferreira dos Santos. O título: ” Leila@ipanema para Geisy@Uniban”. Enfim, Leila Diniz, em pessoa, conversava e consolava a Geisy, e eu de quebra.

Ser chamada de puta não é muito agradável. Não é muito positivo para uma mulher, viver como se quer, com o comprimento da saia a barriga de grávida de fora falando palavrão ou abobrinha. Porque o país é machista, etc e tal.  Gostei do texto, gostei da parte em que a Leila dizia que só queria se divertir…

Mas porque Leila Diniz conversou comigo de quebra? Ah!! Primeiro porque sou mulher e ainda uso minissaia (ok, estou tentando substituir por recatadas bermudinhas, mas ainda sofro recaídas). Depois, porque sempre vivi como eu quis, e, antes de me tornar uma mamãe, não me importava com o que falavam de mim. E volto a não me importar.

Porque da minha vida, nenhum homem daria conta. Porque vejo os resultados das minhas lutas e me orgulho deles. Porque as minhas filhas são muito felizes, bem- educadas e só tiram nota dez na escola (o que me dá o direito de dizer que sou, sim, uma ótima mãe).

Mas o principal, o que mais importa, é que sei de mim. Das limitações, dos defeitos. Penso, me observo, me aceito. EU briguei com cara que eu sei quem é. Já Puro-Osso, que não sabe de si, usou o personagem que ele pensa que é ele para brigar com a pessoa que ele pensa que eu sou. Enfim, um equivocado.

Aí eu parei de sentir pena de mim e fiquei orgulhosa. Neste ano, rompi relações com duas pessoas equivocadas sobre si. Não perdi muita coisa. Ganhei apenas.

O que falta é parar de projetar sobre Puro-osso qualidades que ele não possui. Que não sabe ser companheiro, é fato. Quem não sabe de si não tem condições de ser nada para ninguém.

Entendendo que não serve para ser companheiro uma vez que ao lado dele me sinto muito mais sozinha, buscava apenas o sexo, algo que ele ainda podia me dar, sexo casual de qualidade, com carinho e intimidade. Agora, nem isso mais. E a percepção de que, sem um rompimento definitivo, sem uma BRIGA, essa página não será virada.

Repito que todos os dias são um primeiro dia em potencial.

Viremos a página.

Me perdôo por me negar a viver mediocridades e fantasias. Prefiro a vida real, com seus altos e baixos, dores e delícias.

Acho que não apanharei mais da analista. De mim mesma, já estou recebendo mimos.

Dessa vez eu apanho da analista

Se me perguntassem, até outro dia desses, o que eu pensava a respeito dos rótulos, eu diria que os odeio. Nos cadernos da adolescência, dissertava, pingando lágrimas sobre as folhas, sentida, sofrida, sem entender se eu “era” o que não deveria ser, se não “era” o que esperavam que eu fosse, e que ser “autêntica” era a maior demosntração de força e de coragem que eu poderia testemunhar. E ouvia Legiâo Urbana: ” nada mais vai me ferir/é que eu já me acostumei/com a estrada errada que eu segui/com a minha própria lei”

Ser autêntico é o que mesmo? E legal, bacana, gente boa? No que consiste? Todos temos cada característica inerente à humanidade. As boas e as más. No momento posso dizer que a vida consiste em esconder as más e forjar as boas. Mas isso é só neste momento, porque, na verdade, busco e assumo as minhas características más. Muitas vezes faço questão de mostar apenas essas. Depois de ver minha pior face, só permanesce ao meu lado que me ama de verdade.

Eu que já soube tanto, sobre tantos assuntos, vejo agora desmoronar certezas e convicções.

O título deste post seria “como o flamengo revoluciona minha vida amorosa/sexual”. Mas o sol se pôs, e a noite trouxe briga, discussão, lágrimas, e muitas dúvidas.

Sou flamengo. E gosto de assistir aos jogos do meu time num bar perto da minha casa. Depois da última briga com Puro-Osso (bem, não foi uma briga, mas uma triste constatação de que não dá, não dá mesmo, triste, mas é verdade) a gente não havia mais se encontrado. O cara trabalha na esquina da minha casa, e mesmo assim, a vida nos poupou, evitando por umas seis semanas que os olhares se cruzassem.

Voltemos ao futebol. Fui ver o jogo da semana passada, e quem é que eu encontro? Sim, Aquela silueta 100% cálcio. Vimos a vitòria rubro-negra, bebemos umas cervejas, dormimos juntos e, durante a semana, fizemos um acordo tácito de assistir o restante da saga flamenguista rumo à vitória. Mais uma rodada do campeonato brasileiro. O jogo era no domingo, mas desde sábado já estávamos juntos. Cerveja, violão, olhares doces de minha parte e o temporário esquecimento dos motivos que tornam inviável esta relação. Eu olhava e pensava: “porque não podemos viver juntos?”

A lua de mel não durou nem 24 horas. Na noite de domingo, mais uma briga, mais uma patética e infeliz troca de acusações e maldições. Sinto ciúmes, sinto carinho, sinto um tesão feladaputa que não me permite deixar passar essa fase da minha vida. Uma relação estável e madura com este eu já risquei do meu caderninho de possibilidades. Adolescentes de 34 anos não podem viver vida de adulto. Pessoas extremamentes egoístas e equivocadas em relação a si próprias não podem viver uma relação amorosa. Descobri isso no primeiro desses mais de três anos de relação. Mas gostava dele. A solução foi terminar o namoro e continuar numa espécie de relação aberta, onde eu dava para ela na hora que eu queria. E até namorei Gatchenho, e até tive umas paixonites rápidas. Mas sempre voltava para aquele que eu imaginava me amar, uma vez que sempre esteve disponível para mim na hora que eu queria.

Fui criada para casar.

Um marido me faz falta, socialmente falando.

Um amor verdadeiro, nunca tive. Imagino que eu já esteja pronta para viver um troço desses, mas o medo, este me impede e paralisa.

Comecei o post falando do ser autêntico. De uma maneira bastante autêntica, fiz minha imagem. Livre, solta, popstar. Inacessível o meu íntimo. Uma discrepância absurda entre o que se vê e o que é de fato, a realidade. Passeio entre a pessoa que sou e a pessoa que pareço ser. Muitos dos que convivem comigo sabem que sou complicada pra cacete. Vários outros vêm uma mulher extremamente inteligente e talentosa, que cola com os caras errados, que vive uma vida errada e que faz o possível para se rebaixar ao nìvel da mediocridade geral. Que esconde os próprios tesouros.

Me sinto só e encontrar Puro-Osso só faz aumentar minha solidão. Se eu fosse um pouco mais burra, poderia ter sido feliz com ele, um cara que parece ( apenas parece) ser um “menino de ouro”.

Ontem vivi novamente um infeliz enredo. Vivendo na Bahia com o meu primeiro marido,  produzíamos discussões onde eu era arrasada. Sete anos juntos fazem com que saibamos muito bem das fraquezas, dos pontos mais doloridos, do que faz a pessoa desmontar. Precisei ignorar todos os sinais e evidências do fim de uma relação amorosa para escutar novamente aquelas palavras que me desmontam, que me deixam sem chão, e que fazem com que eu acredite na minha inferioridade como ser humano.

IN RIVOTRIL WE TRUST!!

E para quem pensa que a serenidade da mulherpolvo tem algo a ver com ficar quieta… Nana ninanão!!! Definitivamente, não. Está sentado(a)?

Vou desfilar para a escola de samba Unidos do Viradouro!!!! Rá!

Não sei se sempre sonhei ou quis, mas… Apareceu uma oportunidade e lá estou eu, na quadra da escola, conhecendo figuras interessantes, de um admirável mundo novo, muito alegre e emocionante.

E lá estva eu, na quadra, esperando o ensaio começar, quando de repente…

ACABOU A LUZ!!!

E eu que tinha saído da minha casa, toda arrumadinha, às cinco e pouca da manhã, para ir para o hospital… Dormi no ônibus, e ao achegar ao centro do Rio… Baita chuva! Foi descer do ônibus e tomar um banho de água imunda de rua. Cheguei no trabalho já indo tomar banho, os meus pés estavam pretinhos… Mas tudo bem, não perco mais meu bom humor por qualquer contratempo.

Doze horas de plantão, outro banho, outra roupa. Saída do hospital para o samba.

Imagina o que aconteceu? Sim, caros amigos, começou uma baita chuva novamente!!!

Eu deveria ter percebido os sinais?

Bem, não sei, eu tava morta de preguiça de sair depois da labuta, mas eu precisava, o samba agora é compromisso, dos mais sérios.

Depois do apagão, a volta para casa, de ônibus, no escuro. Sim, sim, sou a maior maria gasolina, não suporto andar de ônibus. Mas mesmo assim, eu não tava de mau-humor.

Eu já descrevi o lugar onde moro? Não, né… É um lugar muito legal, mas a minha rua não tem calçamento, e a minha casa fica a uns setecentos metros da estrada onde passa o ônibus.

Mermãaaaaaaaao!!! Quando desci do coletivo, a minha rua tava um breu. Hora: meia-noite. Não dava pra passar, sem luz, com chuva, com lama e de sapato alto… O primeiro carro que entrou para a minha rua, eu fiz parar e pedi pro motorista me levar em casa. Simples assim. Como é que eu ia andar caindo (com certeza cairia) na lama??

Entrar em casa depois de um dia exaustivo é uma delícia. Mas ontem foi extasiante. O ponto alto do deleite-de-estar-em-casa foi abrir a gaveta da mesinha de cabeceira e sacar uns comprimidos de rivotril.  Garantia de uma bela noite de sono sem preocupações com o calor ou com os mosquitos…. Ahhhhhhhhh…. O segundo medicamento mais vendido do Brasil salvou meu dia, ou seja, a minha noite, e imagino que a de muitos outros brasileiros…

 

 

 

O MUNDO É DA COR QUE A GENTE PINTA!!

Já faz alguns dias que eu estou querendo escrever sobre um determinado assunto, mas as picuinhas do cotidiano me distraem, e eu acabo me esquecendo que tenho algo a dizer.

Entre uma fornada de pão de batata (delixia!!!), uma pia cheia de louça, e algumas rosinhas de açúcar, fui relexar de pés pro alto, assistindo “Legalmente Loira” (passou o 1 e o 2 ontem, em sequência, na Universal).

Uma loirinha otimista determinada… Hum… Acho que sei como é!! Faço questão de assistir, mesmo que só um pedacinho toda a vez que passa, para não me esquecer do poder do sorriso, da determinação, da amizade e de outros valores que não costumam receber muita atenção das pessoas.

Eu vejo filmes bobos!! Eu adoro filminhos de mulherzinha, esses onde ninguém morre, ninguém mata, ninguém rouba. É que eu gosto de pintar meu mundo com as cores que considero mais belas, e não entendo como vou relaxar vendo morte, sangue, traições de todo o tipo, essas coisas.  Acaba que o pensamento fica repleto de sentimentos negativos, tristes.

Nos estudos de espiritismo, a gente aprende que todos os nossos pensamentos ficam gravados à nossa volta. E que não adianta não fazer o mal e ficar pensando no mal o tempo todo. Também aprendemos que acima ( ou junto, sei lá) da atmosfera do nosso planeta, existe a psicosfera, onde todos os pensamentos de todos os habitantes forma esta espécie de aura. Nos dias de hoje, essa psicosfera é densa, cheia de sentimentos de dor, vingança e ódio, mas conforme mais pessoas elevam seus pensamentos, e buscam os sentimentos mais sublimes de amor, perdão e solidariedade, a aura da Terra também se torna mais etérea, mais bela, e o nosso planeta, belo dia desses, vira um lugar melhor de se viver.

Então, pessoas,  que tal lembrar disso nos momentos que, a sós com seus botões, der uma vontade enooooooorme de bolar maquiavélicas vinganças contra quem quer que seja, ou quando der vontade de xingar bem alto um palavrão bem cabeludo…. Olha, não to falando aqui para esquecer do Vin Diesel, do Bruce Willis e dos outros valentões, afinal nem só de de ” A Noviça Rebelde” vive o cinema… Mas dá pra dosar… O planeta agradece!!