As Noites que Nunca Terminam

Quantos dias sem escrever? Nem sei, vários, e eu to com saudade desse barulhinho que o teclado faz, e cheia de assuntos pra fofocar.
A primeira e mais bizarra coisa que eu tenho a dizer é que agora estou obrigada a trabalhar de máscara, pois aqui estamos atendendo gripe suína. E vocês tinham que ver, sábado passado, esta maluquinha de máscara perguntando endereço e telefone das pessoas e claro, ninguém entedia o que eu estava dizendo. Puxa a máscara para falar, puxa a máscara para atender o telefone…rsrsrs… Com a primeira metade do décimo terceiro na conta, nem mesmo xinguei ou soltei maldições. Todos têm um preço, inclusive eu.
Sábado dedicado ao hospital, domingo dedicado ás amigas e às cervejas. O trio calafrio foi, acompanhado do meu amigo mais linduxo até um churrasco, e, de bar em bar, até chegar no que eu considero o último (um bar que eu adoro e é o mais perto da minha casa. É onde bebo a última cerveja antes de ir pra casa). Sabe quem estava lá??
Gatchenho!! Nossa, foi um susto, já que não nos víamos há uns bons meses. O mais legal é que eu estava mesmo bem bonita, estou bem mais magra que quando a gente ficava, enfim. Levei pra casa. Dei banho, comida, carinho. E na segunda, resolvemos passar o dia juntinhos, naquele love típico dele. Que menino carinhoso! Comigo e com minhas crianças. Gatchenho fazia mágica para as meninas enquanto elas almoçavam, fui até os fundos da minha casa, recolher roupas no varal. E lá estava eu, tranquilinha quando acontece a coisa mais bizarra do universo inteiro em expansão:
Puro-Osso foi buscar uns pneus que guardou na minha casa, deu de cara com Gatchenho, eu ri amarelo e fui atender o telefone. Era o meu ex marido, pai das minhas filhotinhas. Que situação!!! Passado e presente, tudo junto ao mesmo tempo. Puro -Osso foi bastante discreto, fingiu que não viu aquele russo enorme dentro da minha casa. Eu não sei o que senti. Acho que foi meio um… nada. Não desejei esconder Gatchenho, nem apresentar, nem nada. Puro-Osso continua sendo o meu amado mais amado, só que agora, um amor fraterno, sem tesão. E o outro, ao telefone, falando que Rafaela pediu um notebook de presente de aniversário. O cara atrasou a pensão das meninas três meses, e me liga agora perguntando se pode dar o presente que a menina pediu. Não, não pode. Pode pagar a escola, dar umas roupas, uns sapatos. Pode aparecer e fazer uma visita também. Não pode comprar amor e respeito com presentes caros, e não pode dar corda ao materialismo infantil. Um ex marido que mora a mil e duzentos quilômetros de distãncia é muito bom nuns aspectos, e muito ruim em outros. La vie…

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2 Respostas

  1. Adoro quando vc escreve “Gatchenho”!!!!!!

    Hahahaha!!!!!

    Beijos e cuidado com a gripe suína,

    Bela – La Divorciada

  2. E eu adoro quando ele morde meus pés!!! hauhauha

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