AQUELAS COISAS QUE NÃO VOLTAM

A palavra proferida, a pedra atirada e a oportunidade perdida. Não é isso?

Você deve se lembrar do pato que cozinhei para minha mãe. Então.

Eu recebi uma encomenda de dois quilos de arroz de pato, e fui lá namoça que cria os bichinhos, para encomendar mais um.  Só que  é em um bar, na entrada de uma  favela.

Oi, dona menina, eu quero mais um pato, dessa vez um de mais ou menos quatro quilos…  É, para amnhã. Então eu busco as quatro da tarde.  Mas ó: dessa vez, por favor, não me mande a cabeça do pato, não, porque eu tenho medo daquela cabeça…

Não preciso nem dizer que o bebum que tava por lá escutou,  e que ficou me zoando, enquanto eu entrava no carro e saia.

Dona menina me entregou o pato sem a cabeça, mas com um palmo de pescoço. E eu limpando, cortando, aquele cheiro… O cheiro do pato grudou na minha mão de uma maneira insana.

Comida pronta, molho pronto. Tomei coragem e liguei pra um dono de restaurante que havia me sondado sobre uma possível consultoria. Não nos conhecíamos. Me ofereci para ir lá, conhecer o cardápio e dar um pouquinho de arroz de pato pra ele provar. E fui.  E entreguei. Vamos ver agora o que acontece…

Não dá pra ficar esperando cair do céu, não é mesmo?

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Uma resposta

  1. Com certeza a única coisa que cai do céu é chuva!E olhe lá!!!
    Boa sorte nessa empreitada,esterei torcendo por vc,ok?
    Beijo!

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